Pequenas Histórias | Sobrevoar [vídeo]

 

Pequenas Histórias

Esta foi a primeira (de muitas, espero) Pequena História que me propus a contar em forma de desenho animado.

Acho que você percebeu e… eu confesso! Estou engatinhando nas técnicas de desenhar, ilustrar, escrever, animar, e isto é muito reflexo do quanto eu nunca levei a sério os chamados mais internos e puros da minha alma. Triste. :/

Em contrapartida a isto, as histórias, pensamentos, reflexões, sempre habitaram minha mente, mas só agora, citando Zack Magiegi, que “minha vida saiu dos trilhos …” é que permiti que elas saíssem da minha cabeça e passassem a habitar o mundo.

sobreVOAR

Não gosto muito de explicar meu processo criativo, nem de onde veio a semente que gerou a ideia. Porque a explicação reduz a experiência a adjetivos limitados, porque sentir deveria ser autoexplicativo.

Porém, atualmente, tudo virou tão imediatista, que se eu não explico, corro o risco da mensagem não chegar nos seus ouvidos e…é óbvio que eu quero que chegue, senão porque compartilhá-las? Parece que nos tornamos anestesiados em relação a profundidade da vida humana. Infelizmente.

sobreVOAR é sobre quando encontramos o amor mas por não estarmos preparados, não conseguimos vive-lo, muitas vezes até o machucando. Mas o amor, ele não deixa de existir, ele sobrevoa, ele observa de longe, te deixa seguir teu caminho.

Comecei a refletir sobre isso pelas minhas experiencias de vida e também por muita influencia do filme “Cinema Paradiso” e do clássico da literatura infantil “A árvore generosa”, entre outras referencias que se quer me lembro conscientemente, mas que vão deixando marcas na minha personalidade.

Minhas confissões

Não posso deixar de dizer humildemente que, tento muito trazer discussões realmente importantes da vida humana, mas que minha capacidade de contá-las vem depois da minha capacidade de compreendê-las e, que por isso, posso cair no erro…muitas vezes. De toda forma, não deixam de ser confissões das minhas experiências de vida.

No mais, preciso te alertar a não se sentir compelido a se identificar com o que viu em minhas histórias, ou mesmo nos meus paraINHOs. Cada um de nós temos um repertório de vida, t´ão especial, quanto único, e eu não tenho a pretensão de ser universal.

Minha única pretensão é contar o que vi e vejo de mais importante na vida, pois sem isso, não sei se valeria a pena viver.

 



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